domingo, 25 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Praça Dr. Oliveira Salazar


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Ruínas do Paço Real de Almeirim finais séc. XIX.


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - A entrada de Almeirim


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Rua de Santarém


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Quinta da Alorna


Geografia - Postais de Portugal - Almeirim - Rua do Comércio


Geografia - Postais de Portugal - Almada - Praça de Gil Vicente e fonte luminosa


Geografia - Postais de Portugal - Almada - Cristo-Rei


Geografia - Postais de Portugal - Aljubarrota - Igreja de Nosso Senhor dos Prazeres. Desenho de 1930


Geografia - Postais de Portugal - Aljubarrota - Desenho da Padeira de Aljubarrota - Adaptado a partir de uma aguarela de 1930


sábado, 24 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alfeizarão - Igreja Matriz

Geografia - Postais de Portugal - Alfeizerão - Vista do mercado mensal


Geografia - Postais de Portugal - Alfeizerão - Vista aérea


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Claustro de D. Dinis


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Túmulo de D. Pedro I


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Geografia - Postais de Portugal - Alcobaça - Nave central


sábado, 17 de junho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

sábado, 10 de junho de 2017

sexta-feira, 9 de junho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

segunda-feira, 5 de junho de 2017

domingo, 4 de junho de 2017

sexta-feira, 2 de junho de 2017

domingo, 7 de maio de 2017

Fotos Antigas de Lisboa


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Imagens de Lisboa


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Lisboa vista de noite ...


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Lisboa Antiga


sábado, 29 de abril de 2017

Lisboa muito antiga ...


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Lisboa Antiga


terça-feira, 25 de abril de 2017

Lisboa Menina e Moça


domingo, 23 de abril de 2017

Farol do Cabo de São Vicente

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Senhora da Rocha a Armação de Pêra

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Distrito de Faro - Geografia


O distrito de Faro confina a norte com o Distrito de Beja (Alentejo), a sul e oeste com o Oceano Atlântico, e a leste o Rio Guadiana marca a fronteira com Espanha. O ponto mais alto situa-se na serra de Monchique, com uma altitude máxima de 902 m (Pico da Foia).

Além da cidade de Faro, têm também categoria de cidade os aglomerados populacionais de Albufeira, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão, Quarteira, Silves, Tavira e Vila Real de Santo António. Destas, todas são sede de concelho à excepção de Quarteira.

A zona ocidental do Algarve é designada por Barlavento e a oriental por Sotavento. A designação deve-se com certeza ao vento predominante na costa sul do Algarve, sendo a origem histórica desta divisão incerta e bastante remota. Na Antiguidade, os Romanos consideravam no sudoeste da península Ibérica a região do cabo Cúneo – que ia desde Mértola por Vila Real de Santo António até à enseada de Armação de Pêra – e a região do Promontório Sacro – que abrangia o restante do Algarve.

Internamente, o distrito é subdividida em duas zonas, uma a Ocidente (o Barlavento) e outra a Leste (o Sotavento). Com esta divisão podemos registar um claro efeito de espelho entre as duas zonas. Cada uma destas zonas tem 8 municípios e uma cidade dita principal: Faro está para o Sotavento como Portimão está para o Barlavento. De igual modo possui cada uma delas uma serra importante (a Foia, no Barlavento, e o Caldeirão, no Sotavento). Rios com semelhante importância (o Arade no Barlavento e o Guadiana no Sotavento).

Um hospital principal em cada uma das zonas garante os cuidados de saúde em todo o Algarve. Em termos de infraestruturas, o Aeroporto Internacional está numa zona e o Autódromo Internacional noutra. Finalmente, a nível desportivo, os históricos do futebol algarvio Sporting Clube Olhanense (representante do Sotavento) e o Portimonense Sporting Clube (representante do Barlavento) encontram-se regularmente na Primeira Liga do futebol português. A equipa do Olhanense ascendeu à 1.ª Liga em 2009, enquanto que por sua vez a equipa de Portimão ascendeu um ano depois, em 2010.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Distrito de Faro - Demografia






sábado, 15 de abril de 2017

Distrito de Faro


O distrito de Faro é um distrito português, coincidente com a província tradicional do Algarve. Limita a norte com o distrito de Beja, a leste com Espanha, e a sul e a oeste com o oceano Atlântico. Tem uma área de 4960 km² (10.º maior distrito português) e uma população residente de 434 023 habitantes (2009). A capital do distrito é a cidade com o mesmo nome.

O distrito de Faro subdivide-se nos seguintes dezasseis municípios:
Albufeira
Alcoutim
Aljezur
Castro Marim
Faro
Lagoa
Lagos
Loulé
Monchique
Olhão
Portimão
São Brás de Alportel
Silves
Tavira
Vila do Bispo
Vila Real de Santo António

O Algarve é a única região portuguesa perfeitamente definida, e consequentemente é a única que não tem uma divisão administrativa confusa. O distrito de Faro corresponde quer à tradicional quer à moderna região do Algarve, e esta constitui também uma única subregião estatística, com o mesmo nome.

Coincide perfeitamente com a região do Algarve, tendo uma área de 5 412 km² e uma população de 451 005 habitantes (Censos 2011) (0,06% da população da Europa e 4,27% da população de Portugal), constitui a região turística mais importante de Portugal e uma das mais importantes da Europa. O seu clima temperado mediterrânico, caracterizado por Invernos amenos e curtos e Verões longos, quentes e secos, as águas tépidas e calmas que banham a sua costa sul, as suas paisagens naturais, o património histórico e etnográfico e a deliciosa e saudável gastronomia são atributos que atraem milhões de turistas nacionais e estrangeiros todos os anos e que fazem do Algarve a região mais visitada e uma das mais desenvolvidas do país.

Faro é atualmente um dos distritos mais ricos de Portugal, em conjunto com o Distrito de Lisboa, de Setúbal e a Madeira, com um PIB per capita de 86% da média da União Europeia.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Vila Real


terça-feira, 11 de abril de 2017

Powerpoint sobre Vila Real


domingo, 9 de abril de 2017

Subterrâneos do Porto


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Alto Douro Vinhateiro


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Porto - Meu Rio, Minha Cidade


terça-feira, 28 de março de 2017

Distrito de Évora


O distrito de Évora é um distrito português, pertencente à sub região do Alentejo Central. Limita a norte com o distrito de Santarém e com o distrito de Portalegre, a leste com Espanha, a sul com o distrito de Beja e a oeste com o distrito de Setúbal. Tem uma área de 7 393 km² (2.º maior distrito português) e uma população residente de 168 034 habitantes (2009) . A sede do distrito é a cidade com o mesmo nome.

O distrito de Évora é formado por catorze municípios, e 69 freguesias .

Na atual divisão principal do país, o distrito encontra-se integrado na região do Alentejo e corresponde por inteiro à subregião do Alentejo Central, em resumo:

Região Alentejo
Alentejo Central
Alandroal
Arraiolos
Borba
Estremoz
Évora
Montemor-o-Novo
Mora
Mourão
Portel
Redondo
Reguengos de Monsaraz
Vendas Novas
Viana do Alentejo
Vila Viçosa

segunda-feira, 27 de março de 2017

Distrito de Évora - Demografia







domingo, 26 de março de 2017

Distrito de Évora - Geografia


A geografia física do distrito de Évora é bastante uniforme, com a planície a dominar a paisagem quase por completo, com altitudes que na maior parte do território ondulam entre os 200 e os 400 m, interrompida aqui e ali por vales e por serras com vertentes pouco inclinadas e semeada de barragens relativamente extensas.

A única excepção é o vale do rio Guadiana, que atravessa a extremidade sueste do distrito e que por vezes é bastante profundo, com especial destaque para a região de Alqueva, onde o vale chega ter mais de 100 m de profundidade relativamente aos terrenos circundantes. Por esse motivo, foi essa a localização escolhida para a represa da barragem de Alqueva que, quando estiver completamente cheia, irá gerar o maior lago artificial da Europa.

O Guadiana é o centro de uma das três bacias hidrográficas em que se divide o distrito, e é a sua aquela que mais território ocupa no distrito. São suas afluentes uma série de ribeiras que, em geral, correm de noroeste para sueste e desaguam na margem direita do rio (Degebe, Álamo, Azebel, Lucefece), embora a margem esquerda também receba a ribeira de Alcarache, que vem de Espanha, correndo de és-nordeste para oés-sudoeste. O terço ocidental do distrito divide-se entre as bacias hidrográficas do Sado, a sul, e do Tejo, a norte. Para o Sado correm rios e ribeiras com um curso que é geralmente de nordeste para sudoeste ou de leste para oeste (rio Xarrama e ribeiras de Odivelas, Alcáçovas, São Cristóvão, São Martinho, Marateca, etc.); para o Tejo, correm ribeiras com um curso, enquanto dentro do distrito de Évora, que é quase sempre de sueste para noroeste (ribeiras de Canha, Lavre, Vide, Divor, Raia, etc.).

A maior parte destes pequenos cursos de água nascem numa das serras de pequena altitude que interrompem a planície: a serra de Monfurado, a oeste (424 m de altitude máxima), a serra de Mendro, a sul (412 m) e a serra de Ossa, a norte (653 m), Estremoz (451 m) e Arraiolos (412 m) a norte .

O distrito tem bastantes barragens. Além da já referida barragem do Alqueva, no Guadiana, há ainda a barragem de Monte Novo, na ribeira de Degebe, a albufeira de Torres, na ribeira de Azambuja, a barragem da Vigia, num afluente da ribeira de Pardiela, a barragem de Lucefece, na ribeira homónima, a barragem do Alvito (embora a represa fique situada no distrito de Beja), na ribeira de Odivelas, a barragem de Nossa Senhora da Tourega, na ribeira das Alcáçovas e a barragem do Divor, na ribeira homónima. Há, ainda, várias barragens e açudes mais pequenos.

Vários monumentos e lugares importantes, nomeadamente o Templo Romano, a Sé, a Biblioteca Pública de Évora, inúmeras igrejas, o Palácio de Dom Manuel, a Praça do Giraldo, entre outros.

sábado, 25 de março de 2017

Monsaraz no Alentejo


sexta-feira, 24 de março de 2017

Évora - Cidade Património Mundial


domingo, 19 de março de 2017

Portugal - Línguas


A língua oficial da República Portuguesa é o português, adotado em 1290 por decreto do rei D. Dinis. Com mais de 210 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental, sendo também o idioma oficial de Angola, do Brasil, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, de Moçambique e de São Tomé e Príncipe, e língua oficial a par de outros idiomas também oficiais em Timor-Leste, em Macau e na Guiné Equatorial, sendo também falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli), além de ter também estatuto oficial na União Europeia, na União de Nações Sul-Americanas (UNASUL), no Mercado Comum do Sul (Mercosul) e na União Africana.

São ainda reconhecidas e protegidas oficialmente a língua gestual portuguesa e o mirandês, protegida oficialmente no concelho de Miranda do Douro, com origem no asturo-leonês, ensinada como segunda língua facultativa em escolas do concelho de Miranda do Douro e parte do concelho de Vimioso. O seu uso, no entanto, é bastante restrito, estando em curso ações que garantam os direitos linguísticos à sua comunidade falante.

A língua portuguesa é uma língua românica (do grupo ibero-românico), tal como o galego, castelhano, catalão, italiano, francês, romeno, reto-romanche (Suíça), e outros.

O português é conhecido como a língua de Camões (por causa de Luís de Camões, autor de Os Lusíadas), a última flor do Lácio, expressão usada no soneto Língua Portuguesa de Olavo Bilac ou ainda a doce língua por Miguel de Cervantes.

sábado, 18 de março de 2017

Portugal - Energia


Portugal é um país altamente deficitário em termos energéticos, que em 2005 importava a totalidade dos combustíveis fósseis que consumia. Tal facto implica que em 2005 Portugal tenha importado 87,3 % da energia total que consumiu (em teps). Relativamente à produção de eletricidade, Portugal produziu, em 2005, 85 % da eletricidade que consumiu (importando os restantes 15 %). A produção doméstica total nesse mesmo ano foi 4 657 GW•h repartida do seguinte modo em termos das fontes utilizadas: não renováveis — 80,8 % (carvão — 32,7 %, gás natural — 29,2 %, petróleo — 18,9 %); renováveis — 19,2 % (hidroelétrica — 11 %, eólica — 3,8 %, biomassa — 3,0 %, outras — 1,4 %).

Contudo, pela primeira vez na sua história, Portugal, nos primeiros 5 meses de 2010, teve uma balança comercial de energia elétrica positiva, exportando mais energia que a que importou (982 GW•h contra 946 GW•h).

O governo de Portugal pretende que até 2010, 45 % da eletricidade produzida seja obtida a partir de fontes renováveis. A Barragem do Alqueva, no Alentejo — servindo a irrigação dos campos e gerando energia hidroelétrica, que criou o maior lago artificial na região ocidental da Europa e foi um dos maiores projetos de investimento do país.

Em 2007, foi inaugurada uma das maiores centrais de energia solar fotovoltaica do mundo (11 MW), em Brinches, concelho de Serpa e em fase de construção encontra-se aquela que será a maior do mundo no seu tipo (62 MW), situada em Amareleja, concelho de Moura, cuja montagem deverá estar totalmente concluída em 2010. Paralelamente a primeira exploração comercial do mundo da energia das ondas do mar entrou em funcionamento em setembro de 2008, 5 km ao largo de Aguçadoura, concelho de Póvoa de Varzim. Também a potência instalada em parques eólicos será aumentada para 5 100 MW em 2012 (contra os 2 000 MW instalados até meados de 2007) enquanto a potência hidroelétrica instalada deverá atingir os 7 000 MW em 2020 (contra os cerca de 5 000 MW de 2005). Os investimentos em energias renováveis em Portugal poderão totalizar 12 mil milhões de euros até 2012 e 120 mil milhões de euros até 2020.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Portugal - Religião


A Constituição Portuguesa garante a liberdade religiosa e a igualdade entre religiões, apesar da Concordata que privilegia a Igreja Católica, em várias dimensões da vida social, pelo que é comum, em algumas cerimónias oficiais públicas como inaugurações de edifícios ou eventos oficiais de Estado, haver a presença de um representante da Igreja Católica. No entanto, a posição religiosa dos políticos eleitos é normalmente considerada irrelevante pelos eleitores. A exemplo disso, dois dos últimos Presidentes da República (Mário Soares e Jorge Sampaio) eram pessoas assumidamente laicas.

A maioria dos portugueses (84,6 % da população total — segundo os resultados oficiais dos censos 2001), inscrevem-se numa tradição católica. A prática dominical do Catolicismo segundo um estudo da própria Igreja Católica (também de 2001) é realizada por 1 933 677 católicos praticantes (18,7 % da população total) e o número de comungantes é de 1 065 036 (10,3 % da população total). Cerca de metade dos casamentos realizados são casamentos católicos, os quais produzem automaticamente efeitos civis. O casamento entre pessoas do mesmo sexo, assim como o divórcio, são permitidos, conforme estabelecido no Código Civil (por mútuo consentimento ou por requerimento no tribunal por um dos cônjuges no caso do divórcio) apesar de o Direito Matrimonial Canónico não prever estas figuras, tal como o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Existem vinte dioceses em Portugal, agrupadas em três distritos eclesiásticos: Braga, Lisboa e Évora. Outras estatísticas não oficiais mostram que em 2004 a população católica de Portugal era de 90,41 %, sendo a população da Diocese Portalegre–Castelo Branco a mais católica com 99,35 % de fiéis e a população da Diocese de Beja a menos devota ao catolicismo com 83,42 % de católicos. Já as Dioceses de Lisboa e do Porto possuíam respetivamente 85,00 % e 90,56 % de população católica.

De acordo com pesquisa de 2010 do Eurobarometer, 70% dos portugueses disseram acreditar na existência de algum deus. 15% disseram crer na existência de algum tipo de espírito ou força vital, ao passo que 12% não acreditavam que exista qualquer tipo de espírito, deus, ou força vital.

O protestantismo em Portugal possui várias denominações atuantes maioritariamente de cultos com inspiração evangélica neopentecostal (ex.: Congregação Cristã em Portugal, Assembleias de Deus em Portugal e Igreja Maná) ou de imigração brasileira (ex: Igreja Universal do Reino de Deus).

As Testemunhas de Jeová contam com perto de 50 000 praticantes em Portugal, distribuídos por cerca de 650 congregações, sendo que os simpatizantes alcançam um número similar. Mais de 95 000 pessoas assistiram em 2007 à sua principal celebração, a Comemoração da Morte de Cristo. A religião está presente no país desde 1925, tendo sido proscrita oficialmente entre 1961 e 1974, período em que operou na clandestinidade. Em dezembro de 1974, a Associação das Testemunhas de Jeová foi legalmente reconhecida, tendo hoje a sua sede em Alcabideche. Portugal é um dos 236 países onde esta denominação religiosa se encontra atualmente ativa.

A comunidade judaica em Portugal conseguiu manter-se até à atualidade, não obstante a ordem de expulsão dos Judeus a 5 de dezembro de 1496 por decreto do rei D. Manuel I, obrigando muitos a escolher entre conversões forçadas ou a efetiva expulsão do país, ou à prisão e consequentes penas decretadas pela Inquisição portuguesa, que, precisamente por este motivo acabou por ser uma das mais ativas na Europa. A forma como o culto se desenvolveu na vila raiana de Belmonte é um dos exemplos de perseverança dos judeus como unidade em Portugal. Em 1506, em Lisboa, dá-se um massacre de Judeus em que perderam a vida entre 2 000 a 4 000 pessoas, um dos mais violentos na época, a nível europeu.

Existem ainda minorias islâmicas (15 000 pessoas) e hindus, com base, na sua maioria, em descendentes de imigrantes, bem como alguns focos pontuais (alguns apenas a nível regional) de budistas, gnósticos e espíritas.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Portugal - Localidades mais populosas


Lisboa (cerca de 500 000 habitantes — 3 milhões de habitantes na Região de Lisboa) é a capital desde o século XIII (tirando o lugar a Coimbra), a maior cidade do país, principal polo económico, detendo o principal porto marítimo e aeroporto portugueses e é a cidade mais rica de Portugal com um PIB per capita superior ao da média da União Europeia. Outras cidades importantes são as do Porto, (cerca de 240 000 habitantes — 1,5 milhões no Grande Porto) a segunda maior cidade e centro económico, Aveiro (por vezes denominada a "Veneza portuguesa"), Braga ("Cidade dos Arcebispos"), Chaves (cidade histórica e milenar), Coimbra (com a mais antiga universidade do país), Guimarães ("Cidade-berço"), Évora ("Cidade-Museu"), Setúbal (terceiro maior porto), Portimão (3.º porto de cruzeiros e sede do AIA), Faro e Viseu. Na área metropolitana de Lisboa existem cidades com grande densidade populacional como Agualva-Cacém e Queluz (concelho de Sintra), Amadora , Almada, Amora, Seixal, Barreiro, Montijo e Odivelas. Na área metropolitana do Porto os concelhos mais povoados são Vila Nova de Gaia, Maia, Matosinhos e Gondomar. Na Região Autónoma da Madeira a principal cidade é o Funchal. Na Região Autónoma dos Açores existem três cidades principais: Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, Angra do Heroísmo na ilha Terceira e Horta na ilha do Faial.

1 Lisboa 547 733
2 Sintra 377 835
3 Vila Nova de Gaia 302 295
4 Porto 232 591
5 Cascais 206 479
6 Loures 205 054
7 Braga 189 494
8 Matosinhos 175 478
9 Amadora 175 136
10 Almada 174 030
11 Oeiras 172 120
12 Gondomar 168 027
13 Guimarães 158 269
14 Seixal 162 592
15 Odivelas 144 549
16 Coimbra 143 396
17 Santa Maria da Feira 139 312
18 Vila Franca de Xira 136 886
19 Maia 135 306
20 Famalicão 133 832


quarta-feira, 15 de março de 2017

Portugal - Transportes


Os transportes foram encarados como uma prioridade na década de 1990, sobretudo devido ao aumento da utilização de veículos automóveis e à industrialização. Portugal foi um dos primeiros países do Mundo a ter uma autoestrada, inaugurada em 1944, ligando Lisboa ao Estádio Nacional, a futura Autoestrada Lisboa–Cascais (atual A5). No entanto, apesar de terem sido posteriormente construídos alguns outros troços nas décadas de 1960 e 1970, só no final da década de 1980 foi iniciada a construção de autoestradas em grande escala. Hoje em dia a rede de autoestradas portuguesas é bastante desenvolvida e percorre quase todo o território, ligando todo o litoral e as principais cidades do interior, numa extensão total de aproximadamente 3 000 km. Há ainda os Itinerários Principais (IP) e os Itinerários Complementares (IC) que podem ser constituídos por autoestradas, vias rápidas (estrada destinada apenas a tráfego motorizado, com cruzamentos desnivelados e de acesso restrito a nós de ligação) e estradas nacionais. O país tem 82 900 km de rede de estradas, dos quais 71 294 km são pavimentadas e 2 613 km fazem parte de um sistema de auto-estradas. Destes, cerca de 1 700 km requerem o pagamento de portagens.

As duas principais áreas metropolitanas têm sistemas de metropolitano: o Metro de Lisboa e o Metro Sul do Tejo na Área Metropolitana de Lisboa; e no Porto, o Metro do Porto, cada uma com mais de 35 quilómetros de linhas.

A rede ferroviária é gerida pela Rede Ferroviária Nacional (REFER) enquanto que os transportes de passageiros e mercadorias são da responsabilidade da Comboios de Portugal (CP), ambas empresas públicas. Em 2006 a CP transportou 133 milhões de passageiros e 9,75 milhões de toneladas de mercadorias.

Lisboa tem uma posição geográfica que a torna num ponto de escala para muitas companhias aéreas estrangeiras nos aeroportos em todo o país. Em 2010, o Governo estava a estudar o projeto para a construção de um novo Aeroporto Internacional em Alcochete, para substituir o atual aeroporto da Portela, em Lisboa. Em 2011 o país possuía cerca de 65 aeroportos, sendo os mais importantes de Lisboa (Portela), hub da TAP Portugal, Faro, Porto (Francisco Sá Carneiro), Funchal (Madeira) e Ponta Delgada (João Paulo II — Açores). Os principais portos de Portugal são Leixões, Lisboa, Setúbal e Sines. O país também possui cerca de 210 quilómetros de hidrovias.
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